Investimentos em ônibus ajudam na inclusão social, sugere estudo

A pesquisa foi realizada pela KPMG, uma das empresas líderes na prestação de serviços profissionais, que incluem Audit, Tax e Advisory Services e pelo Instituto de Estudos de Transporte da Universidade de Leeds, uma das maiores do Reino Unido.

Os dados sugerem que politicas públicas que resultem em melhorias no sistema de transporte em 10% estão ligadas a uma redução de 3,6 por cento em um índice chamado de privação social, levando em conta o emprego, a renda, expectativa de vida e habilidades.

O relatório aborda a população da região de Midlands Ocidentais, uma metrópole localizada no centro da Inglaterra, no Reino Unido. Estatísticas do governo sugerem que as áreas de Birmingham, Wolverhampton, Sandwell e Walsall estão entre o top 20 das cidades mais necessitadas.

O estudo mostra que se fosse melhorado em 10% o atendimento de ônibus nestas áreas, poderiam ser criados novos postos de trabalho, aumento de renda, estudos e principalmente a expectativa de vida.

“Nossos ônibus levam um milhão de pessoas ao trabalho, à faculdade, para as lojas e aos lazer todos os dias. Um serviço de ônibus frequente e confiável não é apenas bom para os passageiros, é bom para a economia de West Midlands”, diz Peter Coates, diretor da National Express West Midlands, operadora de transporte local.

“Esta nova evidência mostra que o investimento ônibus não é apenas uma política de transportes – é uma política de saúde, de educação, de bem-estar, e uma política de coesão social. Estimulamos o governo a considerar estes resultados ao contemplar futuros investimentos em serviços de ônibus”,afirma Claire Haigh, diretora executiva da Greener Journeys.

FONTE: Renato Lobo, Técnico em transportes sobre pneus e trânsito

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